. Pesquisa - ARTIGOS CIENTÍFICOS PUBLICADOS

A pesquisa científica traz novos conhecimentos, abordagens, caminhos, soluções, possibilidades; novas formas de se ver os problemas, questões e desafios reais.

A pesquisa aplicada ao cotidiano aproxima a ciência à vida das pessoas, trazendo ideias para melhorar a vida delas, a nossa.

O conhecimento científico é infinito.

"Ideias científicas espalham luz pelos cantos escuros". Jill Tarter

 
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Os trabalhos iniciais de pesquisa, durante a graduação (UFRJ: 1997-2001), buscaram entender a relação entre plantas e destas com seu ambiente inóspito: rochas no alto de montanha, no planalto do Itatiaia. Essa pesquisa revelou uma associação intrínseca de espécies pioneiras, algumas endêmicas, com a topografia da rocha, e preferência de espécies secundárias por pioneiras específicas, mostrando como se dá a sucessão ecológica e segregação de hábitat nas rochas do planalto do Itatiaia. Foi um estudo pioneiro e inovador em ecologia vegetal, sendo o artigo mais lido de Branca, com mais de 50 citações, publicado na Biotropica, revista internacional de referência na área, com fator de impacto expressivo.

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a) Sucessão ecológica e segregação de hábitat

Campos de Altitude – plantas sobre rochas

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Após um incêndio ocorrido em Itatiaia, a pesquisa investigou como as cinzas produzidas pelas queimadas no entorno das rochas influenciavam essa comunidade vegetal, descobrindo que inicialmente propiciava uma explosão de germinações de uma espécie de planta, mas a população dela rapidamente voltava ao estado anterior, demonstrando que essa alteração ambiental não foi suficiente para alterar a dinâmica dessa planta, nesse ambiente. Esse artigo foi publicado a convite dos editores do número especial sobre campos de altitude da Revista Oecologia Australis.

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b) Resposta a incêndio

Campos de Altitude – plantas sobre rochas

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Branca participou ainda de uma pesquisa que investigou as relações biogeográficas de todas as espécies que crescem sobre rochas no alto do Itatiaia com outros ambientes no Brasil e no mundo, e ao mesmo tempo, como tantas espécies, tão diferentes, podiam co-habitar nessas rochas tão inóspitas. Os resultados inéditos levaram a explicações interessantes sobre a importância da conservação dessa comunidade vegetal, sendo um artigo bastante lido, com mais de 80 citações. Esse trabalho foi publicado a convite para um número especial sobre afloramentos rochosos da Revista Brasileira de Botânica.

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c) Biogeografia e diversidade

Campos de Altitude – plantas sobre rochas

 
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Durante o mestrado (UFMG: 2002-2004), Branca começou a direcionar sua pesquisa rumo a uma aplicação maior para a conservação, investigando o potencial de regeneração de solos de diferentes ambientes dos campos rupestres da Serra do Cipó, através de seus bancos de sementes. Descobriu que os solos dos afloramentos rochosos, apesar de terem menos densidade e espécies, apresentaram maior proporção de espécies endêmicas e ameaçadas, demonstrando sua importância para a conservação da biodiversidade desses campos rupestres. Assim como o artigo anterior, esse foi publicado a convite no número especial sobre afloramentos rochosos da Revista Brasileira de Botânica, e foi citado em mais de 40 estudos.

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Campos Rupestres – bancos de sementes

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Após mais de uma década de experiência profissional, Branca volta aos estudos, agora no doutorado em Ecologia da UFRJ, para se atualizar nos conhecimentos e nas ferramentas sobre sustentabilidade, com ênfase no geoprocessamento e nas modelagens biológicas. A tese trata de MATOPIBA, a última grande fronteira agrícola nacional, na região mais conservada do Cerrado, nos estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Analisando a situação dos remanescentes de Cerrado e das Áreas de Preservação Permanente, e a diversidade de plantas, nessa região, o objetivo final é contribuir para se traçarem caminhos para o desenvolvimento sustentável, integrando expansão agrícola, conservação desses remanescentes de Cerrado, socioeconomia e clima atual e futuro.

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Cerrado – MATOPIBA (em andamento)